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Aplicativos sob medida

Uma casa que começou dentro de uma rede de padarias.

Cinco unidades atendendo de cinco jeitos diferentes: é assim que o cliente desiste do aplicativo já na segunda tela.

O primeiro aplicativo desta casa não foi encomendado: foi remendado. Uma rede de nove padarias tinha comprado um aplicativo de molde pronto e descobriu, no primeiro sábado, que ele não sabia lidar com fila.

Passamos três semanas atrás daquele balcão. A conclusão coube em uma frase: o atendente tinha oito segundos por cliente, e a tela de pedido pedia catorze toques.

A segunda versão nasceu com quatro toques e uma regra que ficou para sempre: antes de desenhar, alguém do time trabalha um turno no lugar de quem vai usar o aplicativo todos os dias.

Hoje a casa faz o ciclo completo — pesquisa, desenho, código nas duas plataformas, integração, envio às lojas e atualização —, e a parte mais barata do projeto continua sendo aquela primeira semana em pé.

Prateleira com aparelhos de teste etiquetados por modelo

Observar antes de desenhar

Fila e balcão ensinam em dois turnos o que nenhuma reunião explica.

Papel custa menos que tela

O fluxo errado é jogado fora em uma folha, não em três semanas de código.

A conta é da rede

Repositório, arquivos e cadastro nas lojas ficam no nome de quem contratou.

Publicar não é terminar

Regra de loja muda duas vezes por ano, e o aplicativo precisa acompanhar.

Como corre o trabalho

Seis mesas entre o primeiro rascunho e a loja

Nenhuma delas é pulada, e a primeira é sempre fora do escritório. Aplicativo de rede que nasce só de reunião chega ao balcão pedindo coisas que o atendente não tem tempo de fazer.

01

Turno no balcão

Antes de desenhar qualquer tela, alguém do time passa dois turnos em unidades diferentes anotando o que o atendente faz com as mãos e onde a fila para.

02

Fluxo em papel

O caminho do pedido é montado em folhas soltas e testado com clientes de verdade. Corrigir uma folha custa um lápis; corrigir uma tela já escrita custa uma semana.

03

Protótipo que se toca

Uma versão navegável roda no celular do gerente antes de existir código. É nessa hora que aparecem os pedidos de mudar o lugar do botão de pagar.

04

Código nas duas plataformas

iPhone e Android recebem código próprio, escrito para cada sistema, e não uma página de internet embrulhada para parecer aplicativo.

05

Caixa, estoque e fidelidade

O aplicativo conversa com o sistema que a rede já usa: preço, disponibilidade por unidade e o saldo de pontos do cliente vêm de lá, não de uma planilha à parte.

06

Envio e o que vem depois

Ficha das lojas, capturas de tela, respostas ao revisor e as atualizações do primeiro ano ficam conosco, com a conta de desenvolvedor no nome da rede.

Vozes

Quem já atende com o aplicativo no balcão

Recolhidas ao fim dos últimos projetos e publicadas com autorização de quem falou.

O protótipo rodou uma semana no meu celular. Mudei três coisas ali e não precisei mudar nada depois de pronto.
Idalécio B. · sócio de uma rede de lanchonetes
O preço no aplicativo vem do mesmo lugar que o preço da loja. Parece óbvio, e era exatamente o que faltava antes.
Sílvia do N. · coordenadora de uma rede de óticas
A conta de desenvolvedor ficou no nome da rede desde o primeiro envio. Não dependo de ninguém para publicar uma correção.
Waldemar P. · franqueado de uma rede de sorveterias
Escreveram a resposta ao revisor da loja e cuidaram do vaivém. Eu só assinei o que precisava assinar.
Terezinha G. · diretora de uma rede de farmácias
Na semana de teste em loja apareceram sete erros. Todos foram corrigidos antes de qualquer cliente ver o aplicativo.
Aurélio M. · dono de uma rede de lavanderias

Conte como a sua rede atende hoje

Olhamos o fluxo de uma unidade e devolvemos a lista do que cabe na primeira versão do aplicativo, com prazo e valor.

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