Turno no balcão
Antes de desenhar qualquer tela, alguém do time passa dois turnos em unidades diferentes anotando o que o atendente faz com as mãos e onde a fila para.
Tocamos o aplicativo inteiro: acompanhamos o balcão para entender como a rede atende, desenhamos as telas, escrevemos o código para iPhone e Android, ligamos caixa, estoque e cartão de fidelidade, enviamos para as lojas de aplicativos e seguimos com as atualizações depois da estreia.

Nenhuma delas é pulada, e a primeira é sempre fora do escritório. Aplicativo de rede que nasce só de reunião chega ao balcão pedindo coisas que o atendente não tem tempo de fazer.
Antes de desenhar qualquer tela, alguém do time passa dois turnos em unidades diferentes anotando o que o atendente faz com as mãos e onde a fila para.
O caminho do pedido é montado em folhas soltas e testado com clientes de verdade. Corrigir uma folha custa um lápis; corrigir uma tela já escrita custa uma semana.
Uma versão navegável roda no celular do gerente antes de existir código. É nessa hora que aparecem os pedidos de mudar o lugar do botão de pagar.
iPhone e Android recebem código próprio, escrito para cada sistema, e não uma página de internet embrulhada para parecer aplicativo.
O aplicativo conversa com o sistema que a rede já usa: preço, disponibilidade por unidade e o saldo de pontos do cliente vêm de lá, não de uma planilha à parte.
Ficha das lojas, capturas de tela, respostas ao revisor e as atualizações do primeiro ano ficam conosco, com a conta de desenvolvedor no nome da rede.
O calendário é fechado antes da primeira linha de código e tem nome de quem aprova cada etapa do lado da rede.
Turnos de observação em duas unidades e leitura dos relatórios de venda dos últimos meses.
Uma folha só, escrita a quatro mãos, com o que entra na primeira versão e o que fica para depois.
Caminho completo, do cardápio ao comprovante, testado com quem nunca viu o aplicativo.
Tipografia, cores da rede e tamanho de toque conferidos em aparelho de verdade, não em monitor grande.
Versão clicável instalada no celular do gerente de cada unidade para uma semana de uso.
Telas construídas nas duas plataformas e ligadas ao caixa, ao estoque e ao cadastro de fidelidade.
Duas unidades usam o aplicativo com clientes reais enquanto o time acompanha os erros que aparecem.
Ficha, capturas, política de privacidade e as respostas ao revisor de cada loja de aplicativos.
Da primeira versão enxuta ao time fixo que acompanha a rede unidade por unidade.
| Formato | O que entra | Valor |
|---|---|---|
Primeira versão Uma unidade |
| R$ 710 Pedir um orçamento |
Rede completa Até dez unidades |
| R$ 2.300 Pedir um orçamento |
Time dedicado Operação contínua |
| R$ 6.860 Pedir um orçamento |
Recolhidas ao fim dos últimos projetos e publicadas com autorização de quem falou.
Passaram dois sábados atrás do balcão antes de me mostrar desenho nenhum. Foi o que fez o aplicativo caber na nossa fila.
O cartão de fidelidade era um papel que todo mundo perdia. Hoje está no celular e o cliente confere o saldo sozinho.
O protótipo rodou uma semana no meu celular. Mudei três coisas ali e não precisei mudar nada depois de pronto.
O preço no aplicativo vem do mesmo lugar que o preço da loja. Parece óbvio, e era exatamente o que faltava antes.
A conta de desenvolvedor ficou no nome da rede desde o primeiro envio. Não dependo de ninguém para publicar uma correção.
As dúvidas que aparecem já na primeira conversa, respondidas sem rodeio.
Pedir um orçamentoO projeto inteiro: pesquisa no balcão, desenho das telas, código para iPhone e Android, integração com os sistemas da rede, envio às lojas e as atualizações seguintes.
Não precisa ser moderno, precisa ter por onde conversar. Se o seu sistema não abre nenhuma porta, montamos uma camada entre ele e o aplicativo e explicamos o custo disso antes.
A rede. O repositório, os arquivos de desenho e a conta de desenvolvedor ficam em nome da empresa desde o começo do projeto.
Recusa faz parte do processo e quase sempre é ajuste de ficha, permissão ou texto. Nós respondemos ao revisor e reenviamos sem cobrar por isso.
Dá, e em rede grande costuma ser o melhor caminho: uma unidade usa por algumas semanas, os erros aparecem em escala pequena e só depois o aplicativo abre para as outras.
Sistemas de celular mudam de regra duas vezes por ano. Ficamos com as atualizações, com a leitura dos erros relatados e com as telas novas que a rede pedir.
Olhamos o fluxo de uma unidade e devolvemos a lista do que cabe na primeira versão do aplicativo, com prazo e valor.
Conte quantas unidades a rede tem e o que trava hoje no atendimento.
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